subtil sem razão suave da vida estagna
como um largo na sensação e a alma
esquece ao fim dos parques da emoção
brisa que estremece as águas dessa solidão
nesta hora como se entre-tecendo de uma moeda
em mão com sono que vão compondo e desfazendo
em afago desse abandono com sensações de mãos
que as tece adorna a alma e o gesto com que teço
esquece e o fundo da alma não tem calma
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